segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012


                                                         O gordinho, emagreceu
                                                              O nerd, ficou rico
                                               O vagabundo, passou no vestibular
                                                   O tímido, calou a boca de todos
                                                  O que chorava tanto, hoje sorrir
                                           E você que julgou tanto, quem se tornou?

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Toda vez que passo você não nota, se eu conto uma lorota você nem ri. Me faço fina flor, você vem e desbota, me boto numa fria, não me socorre. Eu cavo um elogio isso nem te ocorre, a indiferença escorre fria a me ferir... Será porque você não me suporta? ou dentro desta porta tem mais coisa aí. 

Entre o bem e o mal a linha é tênue, meu bem. Entre o amor e o ódio a linha é tênue também. Quando o desprezo a gente muito preza, na vera o que despreza é o que se dá valor. Falta descobrir a qual desses dois lados convém, sua tremenda energia para tanto desdém. Ou me odeia descaradamente ou disfarçadamente me tem, amor.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Ah, que se o amor não é mais como antes, meu bem...
deve ser do mundo que gira ou de uma outra mulher a culpa, deve ser do tempo que passa e das rugas distantes do rosto, mas vistas de longe no fundo da alma, do gosto que muda de quando em vez. Calma! espere por mim, não vale a pena sangrar por sangrar, crescer de véspera, fugir diante das palmas, lembrar de rolar um pranto. Enfim... 
não durma antes de sonhar.
O sangue é ouro e os rios são como veias
As veias se rompem e os rios se poluem
Nossas veias estão poluídas, grandes ratos habitam capazes de matar
Todo mundo tem veias iguais, a cada um cabe um rio e a cada rio agonia .

domingo, 11 de dezembro de 2011


As excentricidades me atraem e os excêntricos me seduzem por completa.
É minha essa coisa ou então me entrego aos bocejos e não gosto de fazer isso em frente às pessoas. Acho feio, deselegante. Mais feio ainda é essa tal normalidade. Vidas perfeitinhas, modelos pré-concebidos, gente que desiste frente à menor adversidade, que não tem devaneios, que não sonha, que não acredita no (im)possível...

puta falta de criatividade!

 
Venha me entreter com as suas esquisitices, porque eu gosto.

E vou gostar mais ainda de ver essa essência brilhar como as trovoadas,
porque é exatamente por isso que eu gosto de você.