sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente. Existe uma pessoa, que se você for parar pra pensar, é na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho: chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas, mas nem sempre precisamos das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor. A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar, que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega seja muito mais verdadeira. A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lagrimas, essa pessoa vai tirar seu sono, mas vai te dar em troca uma inesquecível noite de amor. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar toda a vida esperando você. A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa, nada aqui é certo. O certo mesmo é que temos que viver cada momento, cada segundo amando, sorrindo, chorando, pensando, agindo, querendo e conseguindo. Só assim, é possível chegar aquele momento do dia em que a gente diz: “Graças a Deus, deu tudo certo!”

domingo, 28 de agosto de 2011


Vez em quando sentia sintonia no teu charme, sentia orgulho por querer e poder estar
presente. Mas, as coisas mudaram e falar sobre essa mudança dói, dói porque você me tirou do lugar, de tudo quanto foi lugar que você achou que eu não cabia, me tirou.
E cá estou eu, com os sentidos jogados no chão, em busca do verdadeiro e real sentido das coisas. Há horas atrás tentei escrever algo, uma folha branca, uma caneta esferográfica e um rancor na cabeça, horas e horas tentando passar pro papel o que se passava na cabeça, mas não saia nada, NADA. Aliás, saíram vários porquês. Não entendia os reais motivos pra tamanho ato, talvez você não compreenda mais o que eu digo, talvez essas palavras engasgadas não faça sentido algum. Mas o tempo passa e está mais do que na hora de querer desistir, como se fosse só deletar. Chega de ilusões desnecessárias, chega de se render para complexos, chega de metáfora. Você tem ido embora. Embora dos meus planos, dos meus pensamentos e da minha cabeça e meu sentimento não passou de um monte de experiências exageradas pra no final virar apenas um " textinho " bonito.

sábado, 20 de agosto de 2011

Não sei exatamente o que está acontecendo. Às vezes me pergunto e não sei me responder. Tenho me ocupado bastante, tenho que dedicar minhas horas e meu estudo. Mas, é que você surgiu e embaralhou minhas escolhas. Às vezes acho um absurdo, que estou passando dos limites e tento afogar tudo - a lembrança, os sentimentos, a forma de como tudo isso aconteceu, enfim, você. Mas, sinto raiva quando me lembro do teu ótimo gosto musical, da tua atenção mútua, do teu jeito de criança, dos teus carinhos mal interpretados, da tua fragilidade, do teu caráter.Claro, alguns defeitos também, mas no fim tudo se une e só consigo ver tuas qualidades, por incrível que pareça. 
Não entendo às vezes o teu ''silêncio'', não sei, 
penso que há horas que você espera mais de mim ou não espera nada .
Mas se o que você queria era me deixar balançada ...






Meu amor, você conseguiu.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

     Enquanto houver luz nos meus olhos
Não vou parar de procurar os olhos seus.
Leva muito tempo,
Não some nunca mais
Não sou de pedra, mas meu coração é teu
Guarda esse amor, ele é todo seu!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

"É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, shopp é gelado e a normalidade existe. Difícil é amar quando o outro não fala nem que sim nem que não, quando não acredita em mais nada e entende tudo errado, quando é só você e você, sem saber como ou porque isso foi acontecer "

quarta-feira, 13 de julho de 2011

 
Não, eu não estou abandonando nada nem ninguém.
Estou apenas deixando o caminho livre e assim também,
de certa forma, me libertando.

É que chega uma hora que cansa mesmo,
não da animo de levantar todos os dias no mesmo horário
e fingir que está tudo bem,
sorrindo pra todo mundo que passa, assim como eu to fazendo agora.
Enfim, tento não pensar muito nisso agora, apesar de saber que isso é meio que inevitável.
Esse pensamento é típico daqueles em que mesmo que a gente tente não pensar,
sempre vem alguém e toca no assunto, sabe?
Pensarei nisso amanhã, quando eu pegar minha mochila,
esvaziar o armário e as gavetas que foram minhas durante todo esse tempo.
O fato é que eu deixarei muita coisa pra trás e de todas as direções que eu tenho pra olhar,
pra trás é a que menos me agrada.

Evitarei ao máximo os abraços e beijos de despedida, 
isso é hollywoodiano demais pra mim.
Quero ir embora e esquecer-me desse lugar. 
Mas não quero que isso soe como um adeus, você me entende?
É que na verdade, nunca é um adeus mesmo:
a gente sempre se vê por ai na rua, no banco,
num taxi, na fila do mercado e tal.
Na verdade, saio daqui com um alivio e ao mesmo tempo,
com um peso na alma, sei que é tenso e tudo o mais,
apesar de pensar que depois virá o alívio. 

Tento não pensar nos “e se” que tentam invadir minha cabeça
agora que as decisões já foram tomadas
e nesse momento qualquer ato de renuncia já se pronuncia tarde demais
Então eu vou, sem muita coisa nas mãos, 
mas asseguro que com a cabeça cheia de coisas,
dentre essas coisas,o conhecimento,
que na verdade sempre foi o intuito da minha permanência aqui. 
É isso.

 
Às vezes é aflição, às vezes é ansiedade. Às vezes é pouco, às vezes é muito. Às vezes é agonia, às vezes é paz. Às vezes é indelével, às vezes é blefe. Às vezes é inverno, às vezes é verão. Às vezes é monótono, às vezes é correria. Às vezes é simplicidade, às vezes é complexidade. Às vezes lento, às vezes rápido. Às vezes é agradável, às vezes insuportável. Às vezes faz bem, às vezes machuca. Às vezes dia, às vezes noite. Às vezes atenciosidade, às vezes displicência. As vezes é complicado demais, às vezes é simples demais. Às vezes é amor, às vezes é só paixão.



Às vezes é verdade, às vezes é mentira